quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Fernando Pessoa

Biografia

Nome completo: Fernando António Nogueira Pessoa

Nasceu: Lisboa ,13 de Junho de 1888
Faleceu: Lisboa, 30 dd Novembro de 1935

Fernando Pessoa conhecido era um escritor e poeta português, é considerado um dos maiores poetas de Língua Portuguesa, e o seu valor é comparado ao de Camões.

Criticas: O crítico literário Harold Bloom considerou-o, ao lado de Pablo Neruda, o mais representativo poeta do século XX, viveu a maior parte de sua juventude na África do Sul, a língua Portuguesa também possui destaque na sua vida, com Pessoa traduzindo, escrevendo, trabalhando e estudando no idioma.

Fernando Pessoa teve uma vida discreta, em que actuou no jornalismo, na publicidade, no comércio e, principalmente, na literatura, onde se desdobrou em várias outras personalidades conhecidas como heterónimos.
A figura enigmática em que se tornou movimenta grande parte dos estudos sobre a sua vida e obra, além do facto de ser o maior autor da Heteronímia.

Morreu de problemas hepáticos aos 47 anos na mesma cidade onde nasceu, tendo sua última frase sido escrita na língua inglesa, com toda a simplicidade que a liberdade poética sempre lhe concedeu: "I know not what tomorrow will bring... " ("Eu não sei o que o amanhã trará").

Fernando Pessoa deixou esta frase:

Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.



Fernando pessoa utilizava os seguintes nomes para seus heterónimos:

Álvaro de Campos
Alberto Caeiro
Ricardo Reis

Entre pseudónimos, heterónimos esemi-heterónimos, contam-se 72 nomes.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Texto argumentativo

“Os meus olhos são diferentes todos os dias”

Queridos leitores, todos devemos encarar a vida como algo de bom, algo de magnífico, bem algo espectacular, simplesmente estrondoso.
Será que damos o devido valor àquilo que vemos?
Será que vemos o que nos faz feliz?
Será que devemos ver o mundo como se fosse a última vez que o víssemos?
Existem tantas perguntas, verdadeiras perguntas que realmente devíamos de questionar, interrogar e que não lhes damos o devido valor, nem sequer pensamos nelas.
Os nossos olhos podem ver as mesmas coisas todos os dias, mas em cada dia podemos-lhes dar um valor diferente.
Atenção, essa diferença que existe de dia para dia é condicionada pelo nosso interior, pelo nosso bem-estar, pela vontade, pelos nossos pensamentos, por tudo o que nos rodeia e que nos afecta.
Mas, tal como o que para outros uma situação pode ser muito boa, para mim, essa mesma situação pode ser péssima.
Será que existem mesmo outros factores que condicionam o que os nossos olhos vêem?
Será que não há nada que condicione essas mesmas situações?
Porque será então, que para outros, mesmo estando tudo bem, seja emocionalmente, financeiramente, sentimentalmente ou outros motivos acham que nada corre bem, e essas mesmas coisas interpretam-nas sempre de igual forma.

Concluindo, existem factores exteriores que interferem com o nosso interior e que condicionam a nossa opinião pessoal, opinião essa que pode ser diferente nas varias situações.

Slogan

Slogan- Fernando Pessoa
"Um grande poeta"


Primeiro estranhas-se depois entranha-se

domingo, 28 de setembro de 2008

Pânico Avassalador

Pânico Avassalador

O Pânico avassalador está instalado, o rodopio não deixa que ninguém impune ao medo. O carro fugia das mãos do condutor, o André não conseguia controlar, e acabou por perder a direcção.
- Abram a porta!
- Calma André…
- João estás bem?
- Sim, e tu Miguel?
Pergunto eu.
- Eu estou bem, um pouco confuso com o que está a acontecer.
Continuamos todos com as ideias baralhadas e sem perceber o que realmente está a acontecer, saímos do carro, uns melhores outros menos bem.
- André o que se passa?
Pergunto eu.
- Eu vi alguém, por isso desviei o carro para não lhe bater e acabei por perder o controlo do carro.
- Mas tens a certeza? Eu não vi ninguém.
- Então vocês não repararam no que realmente aconteceu?
- Não André, sinceramente eu não, e pelos vistos não sou o único.
- Vamos para o acampamento e lá falamos melhor.
O caminho não tinha fim, nunca mais avistamos o acampamento, estava frio, a geada que cai sobre nós. Finalmente avistamos luzes, o acampamento.
Chegamos, o André desapareceu, nem deu tempo de conversamos, o André não chega.
- Bem, alguém sabe o que se passou?
- Eu não percebo, não consigo entender, o André tem estado estranho nos últimos tempos.
- Vocês não sabem?
- Não, o que foi?
- O André tem estado com alucinações, ele anda com problemas psicológicos e naõ quer aceitar ajuda especializada.
- Oh! Temos se ter uma conversa quando ele voltar.
- O que se passa? De que estão a falar?
- André temos de conversar.
- Digam.
- Nós queremos que penses em t i, na doença que tens, e que tens de te curar.
- Bolas Miguel! Eu confiei em ti, eu pedi para que não contasses a ninguém.
- Desculpa André, mas…
-Mas? mas nada eu confiei em ti.
E o André saiu, zangado e desorientado e nunca mais o vimos.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Carta (e_mail) para o Sr. Presidente da república

Moinhos de Carvide, 12 de Outubro de 2007


Excelentíssimo SR. Presidente da República.
Venho por este meio pedir a Sua colaboração para uma situação que ocorre há já algum tempo e que nunca mais foi resolvida.
Os alunos da Escola Secundária José Loureiro Botas têm tido sempre aulas nos espaços desportivos a descoberto pelo motivo de obras no pavilhão, obras que ainda não foram começadas.
Falava-se da existência de amianto nas telhas do pavilhão gimnodesportivo.
Alerto para que tente resolver esta mesma situação o mais rápido possivel, afinal está- se a prejudicar os alunos impedindo-os de ter aulas quando há mau tempo.
Exijo que o ministério da Educação actue.

Comentário à Afirmação da actividade do grupo III da pagina 23 do manual

A afirmação de Daniel Pennac é uma realidade, para Danial Pennac ninguém é obrigado a ler, nem a sonhar, nem mesmo a amar.
Somos livres de ler, tal como de sonhar ou de amar, devemos seguir os nossos sentimentos fazendo-os por prazer ou por gosto.
Às vezes somos obrigados a fazer ou a assistir a certas e determinadas situações às quias não queremos, Daniel Pennac com esta afirmação tenta transmitir ao leitor que realmente deve-se fazer algo de vontade e com prazer.

Comentario ao livro e escritor do livro

"O Sorriso das Estrelas"

Nicholas Sparks neste livro leva-nos a entrar numa história dramática e romântica.
Este autor usa uma escrita de fácil precepção e muito envolvente, sendo por vezes dificil de distinguir a realidade da ficção.
Ao longo das histórias ele consegue cativar o leitor ao ponto de este se envolver cada vez mais, Nicholas consegue comunicar ao leitor realmente todos os promonores da história, não saturando, não sendo demasiado discritivo, mantendo assim um final empolgante e com muitas surpresas.


Biografia de Nicholas Sparks:


Nicholas Sparks viveu a sua juventude em fair Oaks, na Califórnia e vive actualmente na Carolina do Norte com a família. Foi premiado com uma bolsa de estudos da Universidadede Nortre Dama pelos seus excelentes resultados e, em 1988, licencia-se em Economia.
Curiosamente, o seu sonho era tornar-se atleta de alta competição, sonho de que teria de abdicar devido a um grave acidente. Iniciou-se a escrever enquanto trabalhava como delegado de informação médica e, mais tarde, surge Theresa Park, agente literária, que se propôs representá-lo, vendendo os direitos do seu primeiro romance, «O Diário da Nossa Paixão».